Desde que foi criado, em 2016, o abem: chegou a 46.300 beneficiários, ao contribuir para a dispensa de 3,6 milhões de embalagens de medicamentos.
De acordo com os novos dados, 75,9% dos beneficiários indicaram ter reduzido a necessidade de pedir dinheiro emprestado ou ajuda para adquirir medicamentos.
Os dados recolhidos sugerem que, ao eliminar o dilema financeiro entre a saúde e o sustento do lar, o programa reduz a ansiedade financeira e o estigma da carência, promovendo um ambiente doméstico mais favorável à estabilidade clínica e ao bem-estar coletivo.
Estima-se ainda uma poupança potencial entre 10,47 milhões e 11,35 milhões de euros para o SNS ao longo dos dez anos do programa, resultado associado à redução de episódios de urgência, internamentos, consultas hospitalares e outros cuidados de saúde.